Atualizando as notícias! E quase mil acessos…

Ois!! Quase um mês depois, cá estou eu para contar-lhes as últimas novis… Sim, foram algumas sim. Já previstas. De modo geral, devo dizer que a vida segue… ufa! Que maravilha! rs… Tudo aparentemente tranqüilo entre casa, família e trabalho. Fase mais serena e confesso que estou bem contente por tudo isso… gostando mais de algumas coisas, como, por exemplo, a maneira com meu marido tem encaminhado as questões familiares. Isso me tira um pouco do peso das costas! Não pelo meu trabalho em casa propriamente, mas pelos sentimentos que me rondavam com relação à ele e às crianças… Sempre tive – e as vezes ainda tenho! – o sentimento que a maneira dele era muito dura, seca… e até mesmo cruel em determinadas ocasiões. Mas isso tem mudado, me aliviado conseqüentemente, e mais: tem dado ao nosso relacionamento de casal um novo brilho, um novo ar, uma renovada. Que bom!! Outra coisa que tem ajudado muito são as novas oportunidades, possibilitadas especialmente pelo trabalho dele, pelo crescimento da empresa dele. Nem preciso dizer o qto fico contente com isso… pelas novas oportunis, evidentemente, pela maior tranquilidade financeira também, mas, sobretudo, pela satisfação dele. Isso realmente não tem preço!!! Um homem satisfeito com sua vida profissional é outra coisa!! Complemente diferente!! Isso é essencial na vida de homem. Assim, as últimas novidades é que estivemos em Ilhéus no feriado da páscoa. Apenas nossa pequena família. E foram dias tranquilos e ótimos, tanto para nós, o casal, como para todos nós juntos, e também para as crianças que ficaram livres, leves e soltas por lá, acompanhadas de muitos monitores engraçados e super dispostos! Foi bem bacana. Depois dessa viagem, tive o bendito evento aqui na minha empresa, já sabido e fortemente aguardado por mim, por causa da bendita vinda do HM. Tanta espera… tanta expectativa… tantos planos… tanta imaginação… tantos diálogos aguardados, cenas mentalmente sonhadas, tantos sorrisos esperados, carinho… e até mesmo uns dias de ‘paixãozinha’, mesmo que corriqueira. Tudo por água abaixo! Absolutamente nada foi cumprido, realizado, concretizado, vivenciado. Frustração total. Sim, ele veio sim. Até antes do feriado de páscoa eram só e-mails de saudade, querendo me ver em todos os momentos possíveis… Até que o bonito chega, nos encontramos, e eu percebo uma distância, uma certa frieza e nem tanta saudade assim. Aliás, acho que nenhuma. Sexo por sexo. Matar a vontade do dia, da hora, pra relaxar, pra dar aquele sono bom depois, enfim, como meio para atingir outro objetivo. Nada de saudade de mim, de alguém, de uma pessoa. Na na ni na não. Já que estamos ali, juntos, por que não transar??? É exatamente isso e assim que aconteceu. Exatamente nesse contexto. E isso foi uma pedrada na minha moleira, um ‘prestenção’ na minha cara, algo do tipo “acooooorda”. E doeu. Doeu muito. Espremeu meu coração, soterrou as minhas expectativas, borrou todos os meus sonhos, os diálogos desejados, a externalização que eu queria perceber de um sentimento a mais e não apenas físico. Eu fiquei dolorida demais. Essa dor eu senti ainda na cama com ele, acreditem. Após o sexo – que foi bom, mas sem grandes investimentos – qdo começamos a conversar algumas coisas me deixaram feliz, a indicação dele sobre a ‘sogra’ ou seja minha mãe, que ele mesmo chamou-a assim, o fato dele ter dito que da próxima vez eu é quem deveria ir até ele – já indicando a vontade de um novo encontro – entre outras coisas gostosas de ouvir. Mas tudo isso ficou pequeno demais quando, após eu dizer que ele precisava de uma mulher e não de uma menina (me referindo aos problemas dele com a atual namorada), ele contou que havia conhecido uma mulher neste último feriado. E foi cruelmente adicionando informações sobre ela, descrevendo-a, tecendo mil elogios inclusive, comentando sobre o qto tinha pensando nela no final de semana, o quanto era bonita, corpo escultural, o qto ela estava envolvida com ele, procurando por ele… jesus! Qta crueldade. É essa maldita bandeira da honestidade a qualquer preço!! Como se isso fosse o melhor que alguém pode fazer pelo outro! Que que é isso? E isso porque o que eu coloco aqui é o mínimo do mínimo do que eu ouvi naquela noite, naquela hora. Foi demais. Congelei na hora. Fiquei sem ação. A boca secou, o coração começou a bater mais forte e a única vontade que eu tinha era de sair correndo dali. Ir embora. Deixá-lo. E – claro – falar poucas e boas. Mas eu queria saber de tudo, por outro lado. Queria e quero saber mais dele, da vida dele… Descobrir quem é mesmo esse cara. E talvez eu tenha tido a primeira noção dele e sob um aspecto que não me agradou nada! Além disso, eu precisava ficar ali pois tínhamos um jantar marcado com outros amigos e eu ia levá-lo. Falamos sobre outras coisas, outros assuntos… mas esse, da nova mulher e da atual namorada, sempre voltava à tona… Quando ele começou a falar dela, por alguns segundos, eu achei que ele se referia a mim como sendo a mulher que ele encontrou… não que fosse verdade, mas falando mesmo da boca pra fora, como forma de me agradar. Mas não era. Ela já citava a tal mulata da Mangueira, primeira passista da escola de samba do Rio, que conheceu na sexta e que já dormiu na casa dele no sábado. Jesus!! Eu logo perguntei da camisinha, of course. Fiquei meio assustada, confesso, e com super razão, certo?? Foi uma mistura de sentimentos e muitos momentos eu tive vontade de chorar e de xingá-lo, inclusive. Ele deu detalhes dela, do encontro, de como se conheceram. E, além do mau gosto, da falta de educação abrindo algo desse tipo para mim, ainda tinha uma ponto de sarcasmo, de maldade, como para me ferir… ou para me mostrar que entre nós nada havia, apenas uma amizade com sexo e que, portanto, eu não estava achando ruim aquela conversa e nem aquele desabafo dele. Não sabia como reagir… até que falei que não estava gostando nada daquela estória… ele ainda brincou: você tem ciúme, né? – E eu assumi que sim, até porque ele já sabia disso, já comentei em outras ocasiões. Bom, pra encurtar esse acontecimento, fomos para o jantar, que acabou sendo bem tranqüilo e agradável. Conversamos bastante com os demais amigos, rimos e falamos sobre tudo… Não houve nenhuma indireta, nem brincadeira entre a gente, nem contato físico, nada. Ele estava bem distante, meio frio, meio tenso, sei lá. Uma amiga me disse que talvez seja o fato dele estar na minha cidade e com a possibilidade do meu marido aparecer… ela acredita na hipótese de que isso tenha dado uma brochada no rapaz. Não sei não… custo a acreditar nisso! Faz muito mais sentido a estória da mulata. E falando pontualmente sobre isso, no fundo, eu acredito que seja o tipo de relação que não vai pra frente não. Além de eu achar que ele não assumiria uma mulher com esse perfil para os amigos e familiares, ela ainda tinha data marcada para se mudar para a Alemanha… sempre a Alemanha na minha vida!! E, então, me parece coisa de cama somente, o que depois de uma certa freqüência acaba. E cá entre nós, como eu já disse antes, ele não é daqueles que fazem maratona sexual, então talvez o tesão pela mulata termine bem antes. Torço para que ela seja um grude com ele, não o deixe em paz, queira ficar direto na casa dele e o incomode bastante!!! HAHAHAHA. Ele merece! Bom, voltando ao episódio, tínhamos marcado um segundo round para depois do jantar, mas nem preciso dizer que ele cancelou-o. Sim sim… ele é fraco em termos de freqüência e ainda tinha essa questão da distância. Estava se justificando com o cansaço. Babaca. Fraco. Mole. Brocha. Ridículo. Moleque. Grosso. Carioquinha metido à besta e sem berço! #Prontofalei!!! HAHAHA. Preciso lavar a minha alma!! No outro dia ele ligou logo cedo… mas aposto é que porque se perdeu na minha cidade e precisava de ajuda… Depois apareceu na minha sala, juntamente com seu colega, para se despedirem. Conversamos um pouco… ele estava mais receptivo, mais sorridente, observando tudo da minha sala, e me olhando… sei lá. Falamos um pouco, ensinei o caminho de volta até o aeroporto, e não aceitei o convite para o almoço… feito, aliás, pelo colega dele e não por ele. Mas mesmo se tivesse sido feito por ele eu não iria… além dos compromissos que eu tinha em seguida, eu não iria por conta do meu orgulho, do meu coração dolorido, que se sentiu um coadjuvante da pior categoria na transa da noite passada. Horrível! Qdo acompanhei-os até o carro, eles enfatizaram para que eu fosse no próximo evento da nossa área… e eu disse que meu chefe era quem mandava. Se ele autorizasse eu iria. Então, HM disse: “- então você vai, porque falamos com ele e ele disse que você vai”. Justamente na hora de ir embora é que ficou a sensação (não sei se real) de que ele estava mais tranqüilo, mais perto, mais terno, carinhoso… Será que era justamente porque estava indo embora??? HAHAHAHA… ô vida!! Mas ele se despediu de mim duas vezes, beijou, abraçou, agradeceu os presentes que dei (que idiota eu, sem comentários!!! camisa pólo + chocolates = R$400!!!) e enquanto saía olhava para trás, dava tchau e sorria muito. No outro dia ele enviou um email: ”obrigado novamente pelos chocolates e a camisa. Amanhã vou usa-la novamente no trabalho. Espero nos vermos em POA.” Eu respondi: “Que bom que gostou, foram comprados com carinho. Há uma grande chance de nos vermos em POA.” – e ele, em outra resposta: “Sei que foram. Gostei bastante. Vamos nos falando. Beijos.” – E assim terminou aquela semana, na qual eu tinha grande esperança, imensa esperança, de ser algo especial, que nos desse mais intimidade e ainda com mais cumplicidade. Caí do cavalo. A verdade veio de maneira grosseira e cruel. E eu chorei, chorei alguns momentos. Recebi o conforto das duas grandes amigas que sabem dessa história, mas ainda doía demais… inclusive pelo papel de idiota que fiz. Eu vou a POA, soube ontem da autorização do meu chefe e do diretor geral da minha empresa, mas não vou avisar HM sobre isso. Ele só saberá se ele me contactar, se me enviar um email. Claro que quero vê-lo por lá, mas estou indo também pelo trabalho… pelo reencontro com algumas amigas… e pela possibilidade de saídas, diversão, além do V. que me disse que vai até lá me ver… essa é outra história que eu pago para ver!! E depois conto aqui!! Qto ao HM, não quero fazer planos com ele, ter expectativas… preciso deixar rolar. Coisas da minha vida e da minha alma…

Muitas novidades em 2011!

Pois é, querido blogue… passado um período sem muita vontade de nada, volto a lhe escrever para dizer que tenho muitas novidades! UHU! Sim sim sim! A começar pelos frequentes contatos de HM. Em fevereiro ainda ele mandou email, perguntando sobre a possibilidade de encontro na capital e ainda perguntando sobre o carnaval… Infelizmente, não pude reencontrá-lo, mas ficamos trocando uns emails por conta das dicas dele para o carnaval no RJ… A outra novidade fica por conta jus-ta-men-te do carnaval! Nossasenhoramesocorra!! hahahaha… Gentem, gentem, gentem, foi sensacional!! 4 dias de muita curtição, solteiríssima, apenas com 1 amiga, no Rio de Janeiro, sendo semidestaque de escola de samba, além de todas as outras opções carnavalescas da cidade! Foi um carnaval muito muito aproveitado e muito muito eclético! Teve festa com samba dos mais tradicionais (e por isso maravilhosos!) até música eletrônica com Bob Sinclair! E para não perder o brilho, até saímos na TV! Isso mesmo… E rolou também um baile gay, foi muito bacana e divertido! UHU de novo! Meu 2011 merece um monte de “uhu’s” porque começou a mil! Delícia! E curti demais esses dias lá… claro que tudo numa boa, sem bebedeira e sem azaração… só curtindo música, dança, minha amiga, boas andadas no RJ… Claro que se HM estivesse por lá eu não teria resistido! Hahahahahahaha. E nossa troca de emails anterior ao carnaval foi muito gostosa… ele chegou até a comentar que tava pensando em ficar por lá mesmo… acho que até coloquei isso no post passado. Bom, terminado o carnaval, o bonito me escreveu novamente… Uhuuuuuuuuu! Queria saber do carnaval, queria ver fotos, e queria saber se poderíamos nos ver na capital… Infelizmente, de novo eu tive que “passar a vez”. Não dava… mil coisas aqui… doutorado recomeçando… mesa lotada… meu dir. (acho) que já meio p. da vida comigo… sei lá… não tive como ir. Falei com ele ficamos nesse “tudo certo e nada combinado novamente”… E um tempo se passou… e na semana passada, dia 28, recebo um outro email da lindeza de HM, novamente querendo saber da possibilidade de eu ir pra capital reencontrá-lo… JESUIS!! MARIA!! JOSÉ!! Que coisa mais gostosa esse homem escrevendo assim pra mim!! Mas, novamente, infelizmente, eu não pude ir! c&%$#@!!!!!!! Eu fiquei super-hiper-mega-blaster-advanced-plus tentada, mas a agenda estava uma loucura!!!! E por um ótimo motivo: eu estava correndo contra o tempo para deixar muitas coisas acertadas na empresa porque eu iria em 4 dias pra Buenos Aires, hermanos, para ver U2!!!!!!!!!!!!! Uiaaaaaaa!!! Isso mesmo: U2 em Buenos Aires. E – claro – já faltando de uns dias na empresa, não poderia pedir mais 1 dia para o meu diretor para ir até a capital ver HM. Uma super pena. Comentei isso com ele… ele achou super bacana minha viagem e tal, e disse que o compromisso dele poderia esperar outra oportunidade, porque o que ele queria era ter um motivo melhor pra ir até a capital… hehehehehehe… ponto positivo pra mim e pra ele, que soube dizer aquilo que eu queria ouvir! E daí, voltando de BA com U2, na quarta-feira passada recebo outro email do bonito HM… hummm… agora ele aprendeu a manter o contato! Hehehehehe… E escreveu pedindo informações sobre minha cidade, pois no final de abril virá pra cá participar de um evento. Maravilha!! E claro que combinamos de nos encontrar, ao menos 1 noite, para matar a saudade… eu queria mais, queria que ele passasse mais dias aqui, mas entendo que não rola, que ele tem n compromissos na empresa dele. Então, nesse email, respondi com várias info. sobre a cidade, dicas etc e tal… ele agradeceu, disse que adoraria ficar mais dias, mas que não seria possível mesmo. Agora, meus queridos, é aguardar a chegada dele… será na última semana de abril… eu estou na expectativa, espero que dê certo… e já pensando onde vou levá-lo para jantar, como farei a logística para vê-lo… fico pensando se vai dar certo mesmo, porque aqui tudo é mais complicado… cidade menor, família por perto, amigos da empresa junto… Bom, fico sonhando as vezes com esse reencontro, mas não quero mentalizar um suuuper encontro porque nem sei se será possível mesmo. Tudo vai depender da conjuntura do dia, das questões familiares, da empresa etc e tal. Mas vamos pensar positivo! Positivo. Positivo. Positivo. Sempre. Sempre. Sempre. “Vai dar certo. Vai dar certo. Vai dar certo. Ele me quer. Ele me quer. Ele me quer.” – hahahahahaha…. Coisas da minha alma! 

Absolutamente sem vontade…

Dia estranho… a começar pela chuvinha que não pára. Sentimentos estranhos também… aqueles de TPM… mas não estou nela, acabei de menstruar aliás. Sensação de desânimo, falta de vontade de trabalhar, falta de vontade de falar, falta de vontade inclusive de comprar… Estou dizendo isso porque fui numa loja na hora do almoço e nem isso me animou! Afe… Nem vontade de carnaval, que já está aí… e ainda irei curtir muito com uma amiga minha… só nós 2… mas nem isso está melhorando meu humorzinho… Irritação com as pessoas próximas, falta de paciência com essas mesmas pessoas, preocupação excessiva com coisas sem noção e sem um porquê, uma leve dor de cabeça a me pinicar o humor… Falta de notícias de homens queridos como o V. e HM. Notícias hoje do J. aliás… bravo… dizendo que não me procurará mais, porque eu não mandei mais sinal de vida nenhum… E eu, tão passada, que respondi: “ok… qdo eu tiver mais tranquila e com uma boa oportunidade na mão eu mesma te convido”. Menino temperamental!!! Me poupe… Deve estar na mão, sem manutenção, sem nenhuma gatinha dando bola e nem levando nenhuma pra cama, daí fica assim nervosinho, e lembra da palhaça aqui… Achando, supondo, que eu sou uma casada mal amada e chorosa, fiel ao marido, que não tenho mais ninguém e que o aparecimento dele é a grande jogada da minha vida nos últimos tempos. HA-HA-HA. Bobo. Enfim… tava lendo coisas aqui na internet, sobre esse tal desânimo… e vendo que isso pode ser doença, que isso afeta a saúde das pessoas… dizia que esportes, amigos e espiritualidade ajudam muito. Realmente ajudam mesmo, eu mesma já me dei conta disso… já rezei qdo estava em desespero, em deprê, ansiosa, triste… e ajudou muito… assim como a dança tem me ajudado… e o contato com novas amigas… Aaaaaaaaah!! Sei lá o que eu queria ou quero dessa vida. Minha mãe disse que qdo a vida não está boa é preciso mudá-la… oquei… mas como? E por acaso minha mãe me ensinou a ser corajosa e a chutar o pau da barraca sempre que tiver vontade? Não… mamãe sempre foi morna… mansa… compreensível… aceitando tudo… acumulando tarefas e insatisfações… e como eu posso ser essa pessoa tão decidida e corajosa, e mudar o manche?? Difícil. Quase impossível. Só com terapia, eu acho… Dá pra entender porque algumas pessoas piram… enlouquecem… Esse post é basicamente só pra dizer isso!!! Eu estou tão sem vontade que nem sei se eu queria trocar de marido! hahahaha… afinal, pra todos os meus problemas e lamentações, sempre ponho a culpa (ou ela naturalmente recai) sobre o meu marido… mas hoje, nem isso!! Nem sei se eu queria outro homem como marido… Ave maria!! Absolutamente sem vontade… E essa chuvinha que não pára… é de lascar… é pra acabar com o humor mesmo… tomara que a aula de jazz me anime hoje… nem trabalho rendeu… não fiz absolutamente nada agora a tarde no escritório… só internet… navegando… navegando… navegando…

Troca de e-mails

A vida anda… sempre anda… que bom! Que maravilha! Que não pare não! E como ela anda, as coisas acontecem… as más, mas as boas também! Há uma certa sincronia no universo… há um certo equilíbrio nas coisas… e quando parece o caos, vem a ordem. Enfim, meus queridos, quinta-feira passada tive o grande prazer de trocar alguns e-mails com HM. Eu mandei um, bem bonitinho, na 4a. Super despretensioso… perguntinha básica: se haveria uma chance de reunião antes do carnaval. A resposta só veio na quinta, quando acabamos trocando vários e-mails… E eles vinham rápidos, as respostas vinham rápidas. Sumarizando: ele respondeu perguntando se eu não devia ir pra cidade dele experimentar minha fantasia de carnaval… respondi que não daria e que era pena não haver chance de encontro antes dessa data porque eu estava com saudade… Rapidamente ele retornou, escreveu que não lembrava da tal fantasia de carnaval, mas que lembrava muito bem de um presente que eu ofereci mas que acabei não apresentando… hahaha… sabem o que é? Hum… uma opção de sexo um pouco diferente… isso… exatamente aquela que 99% dos homens desejam… e amam!! (e normalmente a mulherada não faz!). No mesmo e-mail ele perguntou qtos dias eu ficaria na cidade dele, aonde eu ficaria, em qual dia chegaria… e, em função dessas datas, cogitou uma possibilidade de escapar do trabalho e da namorada e me ver! Eu realmente amei aquela resposta! Bingo! Era o que eu queria ouvir e saber: que o cara quer me ver, que se já oportunidade ele vai aproveitá-la! Ai que delícia… Bom, respondi que não sabia do tal presente, aliás, que não lembrava de ter prometido nada… e ainda falei das datas e hotel onde ficarei… ao final, comentei que estava com saudade e vontade dele… e emendei dizendo que com essa da ‘vontade’ eu tinha me lembrado do presente!! rs… Ele respondeu rapidinho, dizendo: “vc se lembra, né safada? eu sabia que se lembrava…” – hahahahaha… Daí comentou sobre os bons passeios na cidade dele em época de carnaval, disse ainda que cogitava desistir da viagem dele para ficar lá também e me ver… claro, essa parte foi um melzinho que ele tava passando em mim… Não desistiria de ir pra Noronha com vários amigos e a girlfriend… óbvio. Mas de qualquer maneira,  foi gostoso ler aquilo… pois mesmo não sendo verdade e nem viável, ele se preocupou em escrever algo que me deixasse contente, que enchesse minha bola… E mesmo podendo me achar ‘tola’, ele disse aquilo porque obviamente tem a intenção de me manter por perto, acessível. É o que quero e posso… por enqto! hehehehe.  Terminou dizendo que se soubesse de algo ainda melhor, me escreveria. No início eu duvidei… hum… não sei se ele escreveria novamente, em tão pouco tempo… Mas pensando melhor, tenho uma intuição de que é capaz que ele me escreva na semana que vem, véspera de carnaval, de repente, desejando um bom carnaval ou algo do tipo… vamos ver. (Acho que fiz uma maldade agora! hahahaha… andei comentando umas coisas no FaceBook, meio de brincadeira com meu irmão, e o ‘casinho’ dele acabou saindo da conversa… aaaaafffffff).  Pra terminar a história dos e-mails, eu respondi dizendo que era lógico que me lembrava do presente prometido… e que ele seria um presente pra nós dois. Ainda falei de outro presente, só dele… que é na verdade uma vontade minha de comprar algo pra ele… talvez ele goste. Me pareceu bem ligado à essas coisas de presentes, de vínculo… não sei… Bom, agradeci às dicas do carnaval e disse que nem tudo que eu gostaria poderia ser feito naquele carnaval, já que ele não estaria lá… e ainda arrematei dizendo que eu não me arriscava à toa e nem queria enrosco pra minha vida. Espero que ele tenha entendido a mensagem… não é amor por ele, nem uma dependência, nada disso, mas eu também não saio por aí beijando e transando com qualquer um. Básico. Enfim, dei um tchau… e ele mandou mais um, o último: se caso eu fosse pra lá antes do carnaval pra eu avisá-lo… escreveu pra continuarmos nos falando e beijo. E desde então, no news do moço. Mas está óteeeeeeemo… eu adorei a troca de emails, a rapidez das respostas, as respostas íntimas, safadas e demonstrando vontade… Agora é esperar!! Não escrevo mais não!! Ele que tome a iniciativa qdo quiser!! E ELE VAI QUERER!! vai vai e vai.

Dores e indecisões

Oie. Hoje estou com dor… uma dorzinha chata que começou no sábado, meio sem causa, sem motivo aparente. Começou pelo bumbum e foi descendo aos poucos… e nada de parar de doer… e agora já chega nos meus pés. Nem preciso dizer o quanto ela está tirando meu humor… meu pouco humor de ultimamente… sabe aquelas dores constantes e que vez ou outra dão uma fisgada? Então. Uma dessas dores. Ontem minha professora de sapateado disse que é o nervo ciático, algo que eu já suspeitava… Vou tomar anti-inflamatório e procurar um fisioterapeuta. Preciso ver logo isso, porque se ainda não contei, conto agora: neste carnaval vou para o Rio mais uma vez! Uhu! Desfilar novamente pela Mocidade e, ainda, no carro alegórico! Oba! Quanta emoção… ansiedade… O carnaval merece um post único, porque descrever os detalhes desses desfiles e toda a emoção que corre lá é difícil… tem que escrever muito pra tentar dar uma noção do que realmente é. Além das dores, eu – como sempre – ando pensando nas decisões da vida… nos meus desejos mais secretos e íntimos… e  - como continua igual a antes – ainda sem saber para qual dos lados pender: ou isso ou aquilo! Sei não. Complicado. Fico pensando muito, analisando muito, tentando pôr no papel, racionalmente, os prós e os contras. Não sei se a vida deve ser assim, ou é assim mesmo, ou estou louca por uma decisão e quero de qualquer maneira argumentar e me certificar da minha escolha. E já para começar a me justificar: talvez eu esteja assim porque pelo segundo mês seguido tomei a pílula do dia seguinte. Tenho lido algumas coisas sobre ela, visto algumas matérias na TV e estou ciente das consequências e da bomba hormonal que é… Como nunca fui amiga dos hormônios, sempre passo mal com eles… incho, fico mal-humorada, com fome de leão, irritada… Eu sei que não deveria ter tomado, aliás, eu nem acho que era necessário, mas por via das dúvidas eu tomei… Em janeiro foi por causa do HM… que delícia… faz 1 mês já! Estou seriamente pensando em escrever pra ele… alguma coisinha bem de leve, tipo um *oi*, mais para marcar presença, vamos ver… E neste mês tomei por causa do V… eu acho que não tinha risco, mas depois, caso a menstruação atrasasse eu ia ficar neurótica!!! E bem pertinho do carnaval… isso ia acabar com minha concentração e curtição pro carnaval. Então estou assim, entupida de hormônios. ARGH!!!!!!! E com esse dorzinha pentelha… E daí, tudo se mistura, tudo fica junto e misturado, e tem horas que fica claro e separado, e tem outras que fica tudo um breu e embolado… hahahahaha. Dúvidas da minha vida, situação constante… só mudam os elementos da indecisão, mas ela propriamente, a bendita indecisão, nunca me abandona!! Ela é muito fiel, hahaha… É rir pra não chorar, amigos! Outra coisa que quero agora é procurar um terapeuta… começar uma análise, bem básica, tranquila. E vamos ver se isso me ajuda a resolver meus demônios, minhas frustrações, meus medos, meus probleminhas… Ultimamente há 2 pendengas sérias, sendo elas: a) casamento ou separação? Sim… essa se arrasta há anos. Talvez seja o sinal de que é um desejo verdadeiro, lá no mais profundo íntimo meu. E é bobagem dizer que eu deveria me separar e boas… a vida já não é mais assim, aliás, a minha vida já não é mais só pra mim. Tenho filhos, família, patrimônio, projetos e causas comuns… Mas confesso que meu grande desejo de ultimamente tem sido estar sozinha, viver sozinha, absolutamente sozinha, no absoluto silêncio, sem tarefas pré-agendadas, sem grandes responsabilidades… mas isso não seria possível, nem mesmo solteira. A convivência é algo que as vezes me cansa, pela qual sinto ser um trabalho, uma tarefa, e não parte natural da vida, sem conseqüência, sem grande peso, daquelas coisas que acontecem tão automaticamente que a gente nem se dá conta! Não, infelizmente, conviver não tem sido assim para mim. Muitos dias tem sido um fardo, um castigo, uma tarefa de casa. Bom, já a outra pendenga trata-se do doutorado. Não sei de vou adiante… se paro de uma vez e assumo não estar a fim disso. O duro é que minha (possível) orientadora é uma fofa, uma graça… super alto astral e vive incentivando a mim e a todos os seus alunos. Então penso que, embora haja – e haverá ainda mais – sacrifício, será para uma boa causa, independentemente do que eu vou conseguir profissionalmente após terminá-lo. É uma questão pessoal mesmo, de realização, de ocupar a mente com o conhecimento, de exercitar o cérebro (não quero ficar como minhas tias loucas!!! rs…), de manter uma atividade intelectual, de sair fora do contexto do trabalho diário, abrir a mente, ver outras pessoas falarem, enfim… a coisa vai por esse lado aí. Mil coisas da minha vida, gente. Ser ou não ser, eis a questão… Ir ou não ir, eis a outra questão… Ficar ou não ficar, eis a questão… Engolir ou brigar, eis a questão… Estar ou não estar, eis a questão… As perguntas são as únicas coisas para as quais não tenho dúvidas: elas sempre estão presentes na minha vida. Coisas da minha vida e da minha alma. Beijos…

Feliz 2011! I’m back!

Dois meses depois e estou de voltaaaaaaaa!! Yes, eu voltei!! Primeiramente feliz 2011 a todos os meus poucos e – talvez – fiéis leitores e cúmplices! Sim… tudo do bom e do melhor pra todos nozes!! Saúde prioritariamente… boas surpresas… dinheiro no bolso… e muito, mas muito amor!! E que sejam váaaaaarios amores… e serão, eu sei!! Querido blogue, aviso que a maré ruim de novembro passado se foi. Ufa! Lembram dos problemas de saúde, da correria e dos desencontros? Pois bem, todos foram solucionados ou estão ‘em vias de’. O marido se recuperou bem, até para a surpresa do médico. Maravilha. Agora em janeiro voltamos nele e digamos que 97% do problema esteja resolvido. Agora são cuidados básicos e bem tranquilos de serem executados… e não dependem mais de mim, apenas o bom senso do marido… Espero que ele tenha! hehehe… Senão, estou *fu* novamente… ai ai ai.  Com a vinda das festas e das férias as correrias mudaram de direção, deixei o trampo um pouco de lado (tudo bem que com muita coisa ainda por fazer!) e corri atrás das coisas das festas e férias. Foram dias corridos, mas bons… com aquele clima de natal e de compras, de festinhas da firma, festinhas pré-natal por todos os lados! Além disso, tive contato com o HM novamente!! Oba!! Após o desencontro em novembro, enviei um email para ele avisando dos dias que eu estaria na capital… e ele respondeu dizendo que também estaria e que poderíamos nos ver. Como não houve mais sinal de vida, desencanei… achei que ele não queria mesmo o reencontro. Porém, eu soube por meio de uma amiga que o compromisso dele na capital havia sido desmarcado e que iria acontecer mesmo mais perto do natal… bom sinal. Tudo bem que o boneco poderia ter me avisado, but… Uma semana antes do natal recebo um email de-li-ci-o-so dele! Bem sem vergonha mesmo, provocando mesmo. Ele dizia que estaria na capital nos tais dias e que queira muito me encontrar, inclusive disse “tô louco pra te pegar daquele jeito”. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaafeee!! Hahahahaha. Depois desse email eu realmente tive que encontrar coragem pra ir vê-lo de qualquer maneira… E depois de trocas de emails e combinações, lá fui eu pra capital, sem nenhum propósito profissional, morrendo de medo, de ônibus (isso é que é vontade!) para encontrá-lo num certo hotel. E o encontro foi uma delícia, super íntimo, cheio de conversas que nunca tivemos, cheio de carinho, de cuidados, de beijos e abraços… embora não tenha ocorrida a ‘maratona’ sexual que eu imaginava! rs… O que pegou foi a namorado do bonito, que ligou só quatro vezes! Que raiva. Pentelha ela? Nãaaaoooooooo. A boneca acha que ligando tanto assim para o namorado vai impedi-lo de fazer algo ‘errado’ ou de dar uma pulada na cerca… ô dó! Bom, paciência… problema deles. Eu curti bastante, em especial a conversa e a convivência, aquelas horinhas juntos, sem bebedeira, todo mundo sóbrio. Isso sim é que cria o carinho, um vínculo e, ainda, deixa as lembranças mais vivas na mente. E é isso que eu quero: estar presente na vida dele de alguma forma, ser lembrada por bons momentos e conversas. Enfim, foi bate-e-volta… fui de ônibus, voltei de ônibus, uma desculpa lá em casa e outra aqui na empresa. Hahahaha! Como eu adoro essa adrenalina!! Entre nós ficou o básico “tudo certo e nada combinado”, ele apenas mencionou que estaria numa cidade próxima da minha em meados de janeiro e, ainda, que entraria em contato. Eu não botei muita fé, não quis criar muita expectativa com isso… inclusive como forma de me proteger. Janeiro foi chegando e eu fui me lembrando desse ‘dito cujo’… e tinha horas que me dava uma raiva porque ele não mandava notícias… nenhuma… e em outras horas eu pensava ” – dane-se ele se não escrever, se não me avisar da vinda…”. Um misto de sentimentos, desde o querer muito até a indiferença total. Exatamente como é tudo na minha vida, um grande misto de sentimentos. Até que chega uma surpresa deliciosa no meu email! Uma mensagem avisando da vinda dentro de alguns poucos dias… E eu rapidamente montei um esquema com minha casa e com meu trabalho e lá fui eu pra essa cidade perto daqui, revê-lo. Dessa vez fui com meu carro e encontrei-o novamente no hotel dele… foi pela manhã, para um café da manhã, como dizia o convite dele. Foi muito muito gostoso… Jesus, me abana!!!! Que homem é esse!!! E o corpo? Tipo tanque e sem exageros! E a cor? Bronzeado de praia! E o sorriso? De comercial de pasta de dente! E a voz? De locutor de rádio de amor! Hahaha… Uma coisa irresistível, gente, de outro mundo. Acho que é o homem mais bonito com quem eu já me relacionei! Uma pintura! E foi cheio de conversa novamente, cheio de confissões, cheio de risadas e brincadeiras na cama, e com um bom sexo, sem dúvida. Novamente nada daquela loucura sexual de quando nos encontrávamos já meio alcoolizados… rs… mas uma transa gostosa. Sem contar os beijos e abraços, sempre presentes e sem economias!! Só isso dele já me deixa enlouquecida. Que coisa essa química entre a gente. Bom, posso dizer com certeza que ela existe e muito pro meu lado… talvez pro dele seja só mais uma mulher, não sei.  Homens são ratos… preciso sempre lembrar disso… sentem tesão por todas… ou 98% delas.  Aquela manhã foi deliciosa e sinto que ele curtiu também. Isso não faz nem 1 semana atrás… e ainda sinto o cheiro dele, a maciez da pele, a voz no ouvido, o gosto e a pressão dos beijos. Delicioso tudo isso. Eu espero muito que ele também esteja curtindo essa nossa aproximação, esses encontros sóbrios e com mais frequência… e fora dos ambientes de trabalho. Coisas deliciosas da minha alma e momentos lindos da minha vida!! E viva 2011!! Que já começou cor-de-rosa choque… ou vermelho cor de beijo, das paixões. Porque neste ano eu quero beijar muito esse homem!! E tenho certeza que vamos nos ver muitas vezes mais. Depois escrevo mais……. vamos voltar pro trampo now!!

Voltando ao eixo

Quero acreditar que após duas semanas praticamente das bruxas as coisas, a vida, a família, a saúde e a profissão estejam retornando ao seu eixo. Aquele que já conheço, aquele que já sei o peso, aquele que já sei as nuances e percebo o que está por vir, aquele que sei das conseqüências. Foram dias difíceis, complicados de serem aguentados e vividos, dias de desânimo, dias onde retirei paciência do mais profundo fundo do poço e da minha alma. Queria muito que coisas completamente diferentes tivessem ocorrido. Queria ter vivido um encontro com HM, queria – antes de tudo – ter ido viajar com os colegas da cidade, queria não ter sofrido estresse, angústia e chateações… mas vivi tudo isso. E sobrevivi. Aprendi várias coisas certamente, muitas que nem sei dizer agora e talvez mais adiante, em uma nova situação, eu possa dizer quais foram, até porque certamente estarei usando esses aprendizados. Mas, além disso, exercitei várias outras facetas: a paciência com as pessoas, a tolerância, a compreensão, a aceitação dos fatos, a ajuda, o cuidado para com os outros. Meu diretor retornou ao trabalho, então saio do posto dele. Meus filhos sararam das respectivas amidalites, minha sogra voltou para sua casa, meu marido tem melhorado dia-a-dia… e mesmo sem saber ao certo do final do problema dele, tenho fé que estamos no caminho da recuperação completa. Enfim, as coisas voltam ao seu eixo. E eu respiro mais aliviada. Depois de todo esse maremoto, quero uma nova oportunidade com HM. Eu mereço isso. Eu quero isso. Eu vou conseguir. Teremos mais oportunidades…. sim, sim, sim… vai dar certo. Voltando ao eixo… voltando ao eixo… voltando ao eixo…

Congresso, contato & outras coisas mais.

Olá meus queridos e poucos leitores! Bom dia! Boa tarde! Boa noite! Pra variar deixei isso aqui alone por algum tempo e desta vez não foi por falta de novidades, pelo contrário, foi pelo excesso de novidades. Algumas boas, algumas bem boas,  alguns más e outras bem más! Tudo junto feito cacho de banana. Inicio contanto que após meu lindo e delicioso encontro com HM não nos vimos mais no tal congresso. Aliás, nos vimos sim, trocamos algumas conversinhas de pé de orelha, algumas promessas de encontros e saídas na quinta-feira, mas nada se concretizou. Na quinta, como era esperado por mim, nos vimos pela feira de produtos por volta da hora do almoço, iniciamos com conversas bobas e ele começou dizendo que precisávamos trocar contatos. Ele me deu seu cartão… ok então. Pediu que eu escrevesse e mandasse os meus. Além disse várias coisas, várias propostas de encontro naquela tarde, e já antecipou que talvez não fosse na saída da noite com toda a turma, conforme estava mais ou menos combinado desde a segunda-feira. Eu senti naquele momento que não ia rolar. Percebi que alguma coisa já estava atravancando tudo… ou não, ou não era vontade dele ir e ou me ver novamente. As vezes tenho a sensação que para ele apenas um encontro por congresso está mais do que bom! Enfim, ele falou de sairmos pra almoçar, depois já mudou pra darmos uma volta a tarde, antes ou depois da apresentação dos meus trabalhos, que calharam de cair naquele dia. Nem preciso dizer que não virou nada… almocei com minhas colegas, apresentei meus trabalhos, cruzei com ele algumas vezes durante a tarde, sempre correndo (de mim será?) de lá pra cá e nada. Nenhum contato, nenhuma chamada, nenhuma indireta. Há várias opções, boas e más, pra tudo isso… mas pra ser mais real – e me proteger das frustrações – eu prefiro acreditar na pior possível: o cara não estava mais a fim! E ponto. No final da tarde eu estava puta da vida, chateada e me sentido mal, rejeitada, naquele papelzinho velho conhecido da idiota que quer muito o cara e não percebe que ele não quer mais. Ele só quer uma vez e ele determina quando e como. Bosta! Final da tarde, eu e minhas colegas no quarto do hotel. Resolvemos descer e dar uma volta pelo hall, saguão e ver se tinha alguém ou algo por lá. Bingo! O boneco estava lá com um colega de trabalho tomando uma cerveja. Nos convidou pra sentar… sentamos… ofereceu cerveja, tomamos. Conversa vai e conversa vem, e eu não conseguia tirar a cara meio mal-humorada do rosto. Ele percebeu e perguntou, respondi que eram confusões que tinham ocorrido durante as apresentações dos trabalhos, o que realmente houve. Ficamos numa conversa com todos, mas eu estava longe dali, eu sentia raiva. Raiva de estar ali também, novamente pagando pau pro cara. Que coisa… Será que eu devia ter ficado no meu quarto? Será que ele iria me procurar? Será que ele ligaria ou até mesmo iria até lá? Não sei, fiquei pensando nisso enquanto a conversa rolava. Até que o celular dele tocou e pela conversa percebi que era a namorada, percebi também o jeito doce de tratá-la, percebi que combinavam um jantar, percebi então que não haveria encontro. Claro que tudo piorou e muito no meu humor. Eu já não sabia o que estava fazendo ali. Me sentia uma boba, uma idiota, uma mendiga das quirelas de amor e atenção dele. Que papel! Que situação! Resolvi ir ao banheiro, avisei-os onde estava indo e ele ainda me informou onde tinha o mais perto. Fui. Lá dentro fiquei pensando na vida, naquela situação toda, meio p. da vida, meio triste. Não tinha vontade de sair de lá. Arrumei a blusa, tirei a blusa de cima, recoloquei-a, me olhei no espelho, ajeitei o cabelo, enfim, fiquei fazendo uns minutos ali, por pura e simples falta de vontade de voltar pra mesa. Quando saio do banheiro, encontro ele, passando talvez pela segunda vez em frente a porta do banheiro. Me viu, parou e disse que estava me procurando. Que tinha ido até ali pra se despedir e dizer que ele não iria na saída da noite. Eu só respondi que tinha percebido. Ele pediu então que eu entrasse em contato, que eu escrevesse e que nós poderíamos nos ver na cidade de SP. Eu disse que tudo bem, que escreveria. Foi então que ele comentou que estaria em breve em SP por alguns dias e que poderíamos nos ver lá. Perguntei quando e quais situações, ele respondeu, e por alguns minutos eu fiquei bem feliz. Leve. Contente por aquela satisfação, por aquele pedido de contato, por me falar da sua agenda. Nunca tinha sido assim desde Porto Alegre, nunca mais tinha sido sóbrio, nunca mais tinha tido planos de futuro a curto prazo e não apenas em 2 anos com o próximo congresso. E eu fiquei feliz por aquilo. Tentei despedir dele com um abraço, mas ele não quis, recusou. Justificou o cheiro do meu perfume, o que diria pra namorada… Que merda. Outra bola fora minha. É engraçado observar como as nossas atitudes dizem muito sobre os nossos desejos. Difícil controlar isso. Nos despedimos com um beijo no rosto novamente, as boas e velhas palavras de despedida: boa viagem, cuide-se, mantenha contato. Triste. Na hora fiquei feliz, mas hoje, observando os fatos, eu devia tê-lo trucado, perguntando se não daria pra dar um cano na namoradinha… lembrando-o do tanto de compromissos sociais que tem com seus clientes e do tanto que abraça e beija pessoas, e todos os perfumes do mundo poderiam ficar impregnados nele! AAAAAAAAAAAAAAAA… que raiva! Mas não. Fiquei na minha, como se aquela situação não tivesse me ferindo tanto. Puro marketing, pura fachada. Eu queria tanto ele de novo. A noite caímos na festa, com ou sem ele. Eu queria mesmo era me divertir, dançar e beber todas!! E – se possível – que todos os amigos dele vissem e comentassem, claro! E assim foi. Fomos numa super casa de samba, muito linda e animada… e ali ficamos dançando, bebendo e paquerando, com muitos amigos dele em volta :) Certamente ele soube do ocorrido.

Os dias passaram, a volta pra casa até que não foi tão doída como nos anos anteriores. A sensação é que nada tinha acontecido de tão rápido que esses dias foram… uma pena… especialmente pela companhia adorável e querida das amigas. Fiquei numa mega dúvida se devia ou não entrar em contato com o ser… as amigas diziam que sim. Dez dias após ter retornado enviei um email, bem básico, informando telefones possíveis e aquele endereço de email. Alguns se passaram pra vir a resposta e veio apenas a informação de que ele realmente estaria em SP e a pergunta se eu estaria também. Tudo muito objetivo, pra não dizer seco. Aguardei pra responder também, até porque estávamos num mega feriado no cidade e eu não tinha muito acesso à internet. Quando eu respondi, disse que não sabia se iria pra SP porque nenhuma reunião havia sido marcada ainda. Perguntei como estavam os dias dele e ele respondeu passando a agenda dos dias e pedindo que eu o avisasse.  Durante esses dias muitas coisas aconteceram em casa, praticamente todos ficaram doentes, menos eu. Filhos e marido, sendo que o último foi com algo bem grave. Daí meus dias enrolaram todos! Sogra em casa. Diretor em férias e eu substituindo-o. Filho doente. Uma loucura! Eu estava planejando ir a SP, mesmo sem justificativa profissional mas a coisa ficou feia em casa. E eu sentia uma baita culpa por deixá-los naquela situação e um medo de que tudo fosse descoberto. Avisei-o de que possivelmente teríamos de deixar pra próxima oportunidade, foi quando – finalmente – ele respondeu com um e-mail fofo! Que raiva desses homens! Fazem tudo de caso pensado! Ele disse onde estava hospedado, que estava na esperança de me encontrar e se não seria possível eu ir no final da tarde e voltar no início da manhã. Caraca! Era exatamente o que eu tinha em mente. Depois dessa fiz os planos necessários pra ir a SP, inventei as mentiras necessárias em casa e no trabalho, vi horários de ônibus pra lá e fiquei rezando para ninguém me questionar sobre muita coisa dessa viagem. Avisei-o que de tentaria ir na terça a noite e retornar na quarta pela manhã e que daria o ok final na terça pela manhã, por email. Mas, porém, todavia, a sorte e os deuses e todos os seres do além não estavam a meu favor. Como disse minha super amiga do sul: não era pra ser. Ok, ok, ok… realmente parece que não era! Mas como é difícil aceitar isso. Na manhã da terça, meu outro filho acorda com super febre, levo-o correndo ao pediatra, nada de anormal, amidalite, anti-biótico e boas… mas e a consciência? E a sensação de que eram sinais e não era pra eu ir? E o medão? Claro que respondi pra ele dizendo que não daria mesmo… que adoraria reencontrá-lo mas que não era possível mesmo. Ele respondeu dizendo que talvez viesse para minha cidade na semana seguinte, mas que de qualquer forma nós íamos nos falando. Respondi que torcia por isso e que íamos mantendo contato. Puta que o pariuuuuuuuuuu! Eu queria tanto vê-lo fora dos contextos dos congressos!! E assim foi, e assim ficamos. Tudo absolutamente certo e nada combinado :(

será? vai dar certo!

Mais um congresso :)

(suspiro)… (suspiro)… (suspiro) 

Gentem, gentem, gentem! Mais um congresso da minha área. Mais um reencontro delicioso com minhas amigas. Mais um reencontro eletrizante com HM. Sim, isso mesmo, conforme eu narrei no último post. Tivemos a oportunidade de nos reencontrarmos mais uma vez e foi aquela troca de olhares de sempre, um misto de incógnita com desejo. O congresso iniciou no domingo passado e mesmo tendo um evento de boas-vindas a todos, não encontrei o gato lá. Eu sabia que ele não iria, nunca vai nesses eventos de abertura. Mas fui com uma pequena esperança – aquela de sempre, que sempre nos persegue! –  de vê-lo. Mas não o vi. Em compensação revi outros colegas, de outras empresas, muito lindos, charmosos e simpáticos também. Mas nenhum por quem eu tenha uma admiração e atração como o HM.

O REENCONTRO

No primeiro dia de congresso oficial, rodei tudo, a feira, as salas e nada dele… E comecei a ficar angustiada já achando que não veria o boneco. O dia passou entre trabalhos, palestras, reencontros com vários e várias colegas de profissão e foi bem animado. Na hora do café, enquanto eu e uma das minhas colegas tomávamos um cafezinho e conversávamos com outro colega, como uma mágica, envolta por uma nuvem, com brilhos e estrelinhas (hehehehe… à la Cinderela!), eu viro o rosto pra esquerda e avisto aquele rosto lindo, de traços masculinos e bem delineados, bronzeado do sol, de óculos… um charme total! E – como sempre – nossos olhos se cruzam, a gente sorri um para o outro, e eu digo um *oi* sem som, só mexendo os lábios, e ele responde com outro igualzinho e sorri ao final. Nesse milésimo de segundo ainda me dá tempo de piscar para ele. A partir daí meu coração inicia uma batucada sem fim, frenética, meu estômago gela, e meu entusiasmo e ânimo pro congresso aumentam em 100%. Passo a ser outra pessoa, animada, louca por vê-lo mais vezes, louca por ficar ali no congresso e a não querer fazer nenhum turismo! Tudo para curtir o maior tempo possível da companhia dele, ops… corrigindo: de estar dividindo o mesmo espaço com ele e tendo a probabilidade de esbarrá-lo a qualquer momento e a qualquer corredor. Jesus, que loucura!!  Eu e minha amiga terminamos a conversa com nosso colega e continuamos a andar pelos corredores da feira de produtos… e caminhamos na direção dele. Nesse momento ele estava com umas 2 ou 3 mulheres – como sempre, elas não dá trégua! – e quando viu que nos aproximávamos deixou as mulheres em veio em nossa direção, já me olhando nos olhos. Nos cumprimentamos, fizemos as perguntas pertinentes, como está, tudo bem, blá blá blá. E em algum momento ele emendou que via que estávamos bem, aliás, cada vez melhores e nessa hora deu uma passada de mão pelo meu ombro e braço. Eu gostei daquilo. Essa história de passar a mão no braço de alguém, pegar na mão,  tentar o contato físico é um sinal claro de que a pessoa quer você ou quer bem você. O corpo sempre diz alguma coisa. E em todas as vezes que estamos juntos ele está sempre ao meu lado, tende a pôr a mão em mim… delícia. Bom, ficamos ali conversando um pouco e eu queria ficar mais, muito mais. Mas com ele sempre soube que não dava pra dar mole não, ficar pagando pau ali pra ele. Ele sabe que eu estava querendo e tende a dar uma esnobada. Bom, ao menos eu imagino isso dele. Nos despedimos e saímos dali. Sem absolutamente nenhuma palavra de possibilidade futura de encontro. Eu já fiquei bem felizinha com o bom contato!! Rodamos o congresso, falamos com várias pessoas e ali ficamos. Numa certa altura do final da tarde, vejo-o passar umas duas vezes, correndo de lá pra cá, e coincidentemente nesses momentos estava conversando com outros colegas homens de outras empresas. E ele viu. E lá no fundo eu sei que isso o incomoda. Cá entre nós, tirando toda a modéstia, trabalho numa área de muitas mulheres, mas, porém, todavia, comumente de mulheres mal arrumadas, mal vestidas, mal cuidadas. Então, qualquer coisinha mais bonitinha e arrumadinha passa a ser um ‘avião’ nesse mundo. Essa sou eu e algumas outras: bonitinhas e arrumadinhas somente. Então, claro que vira e mexe os homens vem conversar, para alguns deles até faz parte do trabalho dar essa atenção extra à mulherada, especialmente para aqueles que somos clientes. Nesse contexto todo é que toda hora que eu o via passando de lá pra cá é que eu estava conversando com outro homem e, obviamente, rindo porque tudo vira piada comigo… ou quase! :) Aliás, a última coisa que eu queria mesmo nesse congresso era trabalhar e levar a sério, mesmo tendo feito isso em alguns dias. Numa dessas idas e vindas do HM, correndo, ele passou por mim e minha amiga e nos disse que enquanto nossa terceira amiga trabalhava, nós passeávamos, e isso era um negativo pra nós duas. E que como a terceira estava trabalhando, ele a convidou para um drinque após o congresso no lobby do hotel. Inclusive disse o número do nosso quarto. Fiquei pasma! Mas suuuuuuuper feliz por ver que ele sabia tudo aquilo, por ver que ele conversou com minha amiga e quis saber coisas minhas (claro que de forma indireta) e que tudo aquilo era porque queria um contato, uma aproximação. Ele sempre faz assim, usa algumas pessoas como ponte para me ver, me encontrar :) Quando encontrei essa outra amiga, ela logo foi falando e contando o encontro com ele… e eu sorria, meu coração sorria e eu queria saber timtim-por-timtim! Enquanto conversávamos nós 3 agora – o trio – ele novamente passou por nós. Na saída daquele dia do congresso tava aquela loucura, muita gente se despedindo e marcando encontro pra mais tarde e nós 3 meio sem saber o que fazer. A minha ideia era subir pro nosso quarto, tomar um banho, trocar roupa e tal, mas não foi possível… qdo saímos em direção ao elevador, avistamos-o já no bar do hotel, e ele acenava para nós! Delícia! Lá fomos nós então… chegando de mansinho e sendo recebidas com um super sorriso. Eu parei pra falar com um professora que estava sentada bem atrás dele e ela me tomou uns 20 min de conversa… enquanto isso, minhas 2 amigas ficaram conversando com HM. Quando fui sentar, tinha uma cadeira reservada ao lado dele :) Ele ofereceu bebida e aceitei a mesma cerveja que ele bebia. Vi que as meninas também tinham aceitado e já estavam numa boa conversa. A coisa foi fluindo, vários papos, vários temas até que chega um novo funcionário dele… fomos apresentadas e daí a conversa mudou de rumo, ficou mais animada e tals. Falamos de várias coisas, incluindo os bons passeios naquela cidade. Deixamos meio combinado um passeio pelo lado boêmio da cidade na quinta-feira, e eu (assim como minhas colegas) tivemos a sensação de que a coisa estava meio acertada entre todos nós. Bom, continuando, fomos falando… falando… e quando foi um pouco mais das 19hs, eles pedem desculpas e dizem que tinham outro compromisso, e que não poderiam nos convidar, infelizmente. Ave maria!!!!!!!! Fiquei meio p. da vida!!!!!!!!! Aliás, mega-hiper-ultra-advanced-plus puta da vida. Que que é isso, meu amigo? O convite era mesmo só para um drinque antes do super compromisso? Vi que HM ficou meio sem jeito, mas tendo em vista a função dele, ele tinha que ir no tal compromisso… E assim, nos beijaram, despediram e reforçaram o convite da 5a. feira. Antes de sair, HM passa por mim e novamente passa a mão nas minhas costas. Nesse momento chegam outros homens, de outra empresa (inclusive concorrente) e nos cumprimentam… como eu tava bem p. da vida, e o boneco do HM já de saída, convidei-os pra sentar, bem na frente do HM. Propositadamente, claro! E esses outros colegas sentaram, claro também! E assim, lá se foi o HM e seu novo funcionário e ficamos eu e minhas colegas com outros 2 colegas de outra empresa. Eu sentia um misto de raiva, de rejeição, de ter feito papel de boba achando que aquele happy hour era o início de uma noite promissora. Bom, ali ficamos com os meninos… e foi super engraçado no final, porque além de serem super bacanas e bonitos, eles eram muito engraçados! E foi tanta bobagem falada, tanta risada, que já tinha valido a noite! E eles foram se revezando, primeiro vieram dois, depois mais dois,  daí os dois primeiros saíram pra jantar, os dois últimos ficaram e a conversa foi rolando… Até que eles foram aos quiosques da praia comprar água pra gente… isso mesmo: garrafa de água, porque no hotel era impraticável! Quando isso aconteceu, quando eles voltaram com as águas, ficamos mais um pouco no bar do hotel e resolvemos subir para dormir… cada um no seu quarto, obviamente! HAHAHA. E foi quando levantamos da mesa e estávamos a caminho do elevador, chega no hotel e nos vê o boneco do HM e seus funcionários. Eu não sabia o que fazer, tentei não olhar, mas percebi que ele nos viu e ainda acenou para minhas amigas… eu segui andando com um dos meninos do meu lado ;) Jogada, claro… Me deixou ali plantada, outro foi lá e me colheu :) Hehehe. Claro que não era isso, mas eu queria provocar mesmo, deixar uma pulga atrás da orelha, uma dúvida no ar. Vamos pra parte II então.

PARTE II

Subindo no elevador com todos, amigas e os ‘meninos’, terminamos as brincadeiras, nos despedimos e lá fomos nós, o trio, para o quarto. Eu nem sabia o que dizer, falava tudo e nada ao mesmo tempo. Horas tagarelando e horas muda, viajando. Até que minha amiga comentou que HM tinha nos visto sim. Ótimo! – eu pensei. Olhamos o cardápio e combinamos de comer algo. Enquanto elas pediam à cozinha, eu tirei a roupa e fui para o banho… prendi os cabelos, coloquei os pés na banheira até que o telefone toca. Só ouço uma delas dizer: “Oi HM! Tudo bem? Não, não jantamos… ficamos ali com os meninos da empresa tal… Ah! Ela está sim… um minuto que vou chamar.” Meu coração estava na boca nesta hora, lógico!! Querendo pular de alegria, mas tendo que me conter! Peguei o telefone, cumprimentei-o… Ele perguntou se eu tinha jantado, respondi que não. Perguntei do jantar dele e ele respondeu que o mesmo de sempre, que estava cansado daquelas proformas todas… Ele rapidinho emendou que ia começar um filme e se eu não queria assisti-lo com ele… (afe!!) Eu respondi que sim… que ia tomar um banho e ia pra lá. Ele então deu o número do quarto dele, mandamos beijo um pro outro e desligamos. Eu não sabia se gritava, se morria de rir ou se pulava na cama!! Pulei na cama :) As meninas vibraram! Felizes por mim! Saí para o banheiro quase não acreditando naquilo! O cara enfrentou as meninas, telefonou, porque queria estar comigo, queria me ver, ficar comigo. E – claro – também confirmou que eu não estava com nenhum dos meninos da outra empresa, porque deve ter pintado uma pontinha de ciúme ou aquela sensação horrível de ser trocado! Bem de macho mesmo, marcar o território! Além disso tudo, ele deixou claro pras minhas amigas que tinha algo comigo, meio assumido entre nós três. Tomei banho, refiz a depilação, me troquei, me perfumei, comi rapidinho o lanche que pedimos, escovação de dente pra tirar o bafão do ovo, hehehe… Liguei pra confirmar o quarto e dizer que eu descia… e lá fui eu!!!!!! Pé-antepé no meio dos corredores do hotel!!!!!! Desci os andares. Quando vi o número, olhei dos lados e como não tinha ninguém, bati. Ele abriu toda a porta, se encostando no armário, com aquele sorriso lindo e enorme no rosto, só de bermuda e sem camisa. Entrei sorrindo, dizendo oi, passando por ele… aguardando ele fechar a porta… e perguntei: ” e o filme, já começou?” Quando ele se volta para mim, já com a porta fechada, aquele sorriso lindo no rosto, responde que havia começado há 10 min. Então, ele veio em minha direção, olhando direto nos olhos, chegando cada vez mais perto e com a voz rouca ele disse: ” bom te ver”. E me dá um beijo enorme, profundo, longo, vagaroso… daqueles exploratórios. E os nossos braços nos abraçam, forte, apertando vez ou outra. Jesus! Que delícia tudo isso! As mãos percorriam os nossos corpos e os beijos não paravam. E, então, eu disse que era ‘super bom vê-lo’ e que eu estava com saudade. Foi quando, no meio dos beijos, ele disse que não dava pra gente se ver só a cada 2 anos, que era preciso encontrar um meio de nos encontrarmos em outros momentos. Aproveitei a oportunidade pra dizer que podíamos nos ver quando ele fosse a SP. E ele entendeu o nome da minha cidade nesta hora, e respondeu dizendo que nunca ia a minha cidade… Daí eu reforcei, citando SP novamente, que ia muito pra lá por conta da minha empresa. Não lembro ao certo, com riqueza de detalhes dos diálogos, mas acho que ele disse que poderíamos nos ver lá, que deveríamos trocar contatos.  A partir desse diálogo focamos na ação :) E as roupas foram sendo tiradas e os beijos percorrendo os corpos… e que corpo! Jesus, como ele está lindo. E a pele? Sensacional! Lisa, macia, suave, bronzeada. E minhas mãos não paravam de passar por ela. Foi um misto de passar as mãos, de abraçar, de trazê-lo pra mais perto, como se isso fosse possível em alguns momentos… estávamos super próximos. E ele foi tirando o resto da roupa, eu tirando sua bermuda e sentindo ele todo. Que homem! Foi um amor delicioso, meio frenético – como sempre! – com algumas palavras de desejo trocadas, risadas e sorrisos. E fizemos esse ritual por duas vezes… sendo que a primeira deve ser contabilizada por dois! :) Hahahaha. Que delícia. Foi mais carinhoso dessa vez, teve mais conversa, teve mais olhares, mais preliminares, mais beijos, mais mãos e abraços. Um ponto super importante e que muda todo o contexto: álcool. Isso mesmo. Dessa vez não estávamos alcoolizados, não tínhamos bebido, não era o retorno de uma balada, não era final de festa. Estávamos sóbrios, tranquilos e com energia :) Assim a curtição teve outro cenário, outro brilho, outras palavras e outras atitudes. Foi frenético sim, mas não selvagem, como os anteriores. Teve beijo intenso sim, mas daqueles impensados e desencontrados de tanta excitação, foram beijos pensados, queridos. Teve as mãos, o contato da pele e do corpo (ai ai ai… amo isso!), mas contatos estudados, percorridos com calma e vontade consciente. Teve o sexo propriamente dito e com mais quantidade e qualidade, porque não estávamos exaustos pela balada anterior… não teve balada anterior. E com isso, eu concluo que o desejo dele era mesmo genuíno e verdadeiro. Ele queria estar ali comigo, ele havia pensado nisso nos minutos anteriores da ligação pra mim, talvez até tivesse pensado nisso o dia todo após nosso reencontro no congresso. O fato de não termos bebido dá outra entonação no encontro, foi um episódio realmente verdadeiro, desejado e consciente. E para mim isso tem um grande valor! Especialmente pelas palavras ditas… Claro, ele pode ter inventado tudo e falado somente da boca pra fora pra me conquistar naquele momento?? Sim, óbvio. Faz todo sentido, além de super possível. Até acho que parte do que disse está nesta condição mesmo: palavras bonitas, comuns à vaidade feminina, para uma conquista de última hora e valendo só para aquele momento. Ok.  Mas também creio que algumas coisas ditas era sensações reais e verdadeiras, mesmo que não se estendam por um longo período, mesmo que fossem válidas somente ali. Naquele momento era aquilo. Enfim, sei lá! Difícil ser racional numa situação completamente mágica, justamente pela dificuldade de encontro e de repetição. Além das palavras ditas, que escrevi acima, tivemos outras conversinhas interessantes enquanto estávamos deitados e ‘descansando’ juntos… meio cochilo e meio bate-papo. Falamos sobre nossos encontros… o primeiro,  e ele riu e fez piada quando eu comentei dos 10 anos. Comentou das roupas que eu estava quando nos conhecemos… bom sinal lembrar disso… comentou que fazia mais de 10 anos, daí emendei que 10 anos faziam do primeiro beijo, hehehe… Comentamos que era um ‘relacionamento de congresso’ e rimos. Falamos do possível encontro em SP… falamos dos companheiros e eu tive que engolir ele dizendo que estava com nova namorada, super envolvido, que ela é uma mulher muito bonita, e que até então ela vinha sendo super fiel. Eu ri porque na verdade não acredito nada desse tipo vindo dele, não consigo vê-lo fiel… mas ele disse que estava sendo super fiel! Mas que quando subiu ao quarto, neste dia, enquanto tomava banho eu apareci na cabeça dele… e na ‘outra’ cabeça, hahaha… e as cabeças conversaram e resolveram me ligar :) :) :) Falamos mais outras coisas… sobre quando nos veríamos de novo naquele congresso e novamente ficou ‘meio (mal) acertado’ a quinta-feira durante o dia e a noite… (inclusive ele citou que aquele quarto estaria reservado até a 5a. feira e que nós podíamos dar uma ‘escapadinha’ do congresso – adorei isso!), falamos também sobre o comportamento com os parceiros, convívio, filhos (ele está querendo ser pai!!), casamento (não quer casar…), sobre o novo relacionamento dele e a questão da idade dela (disse que precisava de uma mulher com a minha idade… sei… ele sempre dando uns agrados no meio da conversa! puro papo!)… enfim… falamos várias coisas. E esse papo, meio sem pé e nem cabeça pois trocávamos várias vezes de assunto, fez diferença, porque de qualquer maneira é um pouco mais de cada um de nós para o outro. Ele soube mais de mim, do que penso, de como vejo as coisas, de como é minha vida no dia-a-dia fora dos congressos; assim como eu pude perceber nele coisas que não achava que tinha ou era… como a doçura com a namorada, o tanto do envolvimento, o desejo por filhos… enfim, tudo isso dá outra impressão dele para mim, uma impressão nova, não conhecida antes. Gostei de vê-lo doce, sincero, menos cafajeste.  Bom, a noite correu assim, entre amor e conversinhas, entre beijos e abraços já deitados, entre carinhos e mãos passando pelas costas e cabelos, entre pés se encontrando e se tocando debaixo dos lençóis. Tudo com carinho, com aquela vontade de saber que o outro está ali do lado. Dormimos… mais ele do que eu, é verdade. Eu dormia e acordava. Queria ter dormido profundamente, mas não consegui. Abria os olhos e me via ali na suíte dele e com ele deitado do meu lado, lindo, de bruços, com aquela tatuagem imensa e maravilhosa nas costas. Mais congresso juntos e agora só Deus sabe quando novamente… isso me agonia sempre. Devo confessar que toda vez que o vejo é delicioso, mas dá um vazio profundo e dolorido depois. Um amargo na boca e uma sensação de solidão, de falta de brilho na vida. Será que sou carente? Tenho pensado nisso ultimamente e estou achando que sim… Enfim, levantei por volta das 3h30 da madruga, coloquei a roupa, peguei a chave do meu quarto e quis me despedir dele sem que ele acordasse. Eu não sabia quando estaria daquela maneira com ele novamente. Fiz um carinhos nos cabelos dele… e ele dormia… Ele resmungou alguma coisa, eu dei um beijo no rosto dele e disse boa noite. Ele então pediu desculpas por ter dormido, disse boa noite e que nos víamos no dia seguinte. Eu saí… e de pontinha de pé voltei para o meu quarto, onde minhas amigas dormiam profundamente.

Dia a dia e HM.

Hello people! Fiquei felizinha agora, nosso blogue deu um ‘up’ nos acessos! Parece que quanto mais a gente escreve e atualiza, mais ele é acessado… será?? Tantufas também. Sigo contando que a semaninha começou brava aqui na empresa e em casa. Aqui um falecimento, totalmente chocante!, e em casa um dos kids passou mal… corro na clínica, pediatra, etc e tals. E – graças! – tudo bem!! Coisas da infância e desse tempo super quente e seco. Virose, maybe. Devo dizer que nada demais ocorreu com as amizades-coloridas… A. andou conversando com minha amiga daqui da empresa, se lamentou, quis discutir algumas coisas com ela sobre nós, como se tivesse total razão dessas coisas, enfim, retomou o assunto mas acabou levando uma invertida dela, hehehehehe. Bem feito! Após esse episódio ele tem sido bem frio e distante comigo, mal me cumprimenta. E para ajudar na infantilidade, a cada dia ele põe um ‘recadinho’ no skype dele… aaaaaaffffffff! Todos para mim, com certeza. Hoje ele colocou algo assim: “é muito estranho como pessoas estranhas se tornam amigas, se tornam amantes e se tornam estranhas de novo tão rapidamente”. É pra mim ou não? ;) Passença, como diria uma amiga. Não tem jeito. Game over my friend!  Vi ontem o V. E foi uma delíciaaaaa! Sabe o que aconteceu? Ele tirou fotos! Claro que sem rostos e sem identificação, só nossas poses… e sabe que ficaram de super bom gosto? Tipo trabalho de arte mesmo? Que coisa. Adoraria guardar uma, mas é um perigo isso! Mas é ótimo ter algo tão concreto para relembrar dessas horinhas tão prazerosas… mas não guardei não. Fiquei olhando, olhando… e del!!!! :)

HM

Mudando de pato para ganso ou de gato para gatíssimo, preciso contar sobre uma manutençãozinha básica, iniciada lá em 2000. Isso mesmo, há 10 anos! Aquela que, em algum post passado, eu mencionei como HM. Homem da manutenção?? Também. Não posso dar mais detalhes. Enfim, essa manutençãozinha começou num congresso em Porto Alegre. Já nos conhecíamos porque trabalhamos na mesma área, embora em empresas bem diferentes. E numa oportunidade de encontro das empresas nos conhecemos e já rolou um ‘choque’ entre a gente, uns olhares super magnéticos e penetrantes. Parece ridícula essa descrição, não? Mas é exatamente isso o que ocorreu… Assim, nos reencontramos num congresso em Porto Alegre e acabou rolando uns encontros sensacionais! Dos 5 dias de congresso, 3 dormimos juntos! Passamos a noite toda juntos, fomos para as baladas e jantares juntos… e acabavámos na suíte do hotel dele. Uma delícia. Sem contar que o cara é um mega gato… lindo de rosto, lindo de corpo, super charmoso, com uma voz linda e super sensual… Enfim, assim foi. Depois de voltar pra minha realidade (e levar um baque!! – foi terrível acordar pra realidade!!), nosso contato ainda rendeu uns bons telefonemas, umas promessas de encontro em outras cidades (porque somos de cidades super distantes!). Mas, claro, não rendeu nada disso. Aliás, depois de um tempo, quando as conversas por tel começaram a ficar vazias – pois não tínhamos a intimidade do dia-a-dia, não dividíamos situações e uma vida – fomos nos distanciando até o contato acabar totalmente. Eu ainda estive na cidade dele a trabalho depois, procurei por ele, e fui super mal recebida. Foi horrível! Uma sensação horrorosa, como se eu fosse a pior mulher do mundo… me senti rejeitada, para não dizer outros adjetivos nessa linha… Enfim, o tempo passou e a cada dois anos há esse mesmo congresso e desde então a gente sempre se cruza neles. O engraçado é que vez ou outra, a gente se curte num desses congressos. 2002 não teve encontro… ele estava frio e distante… qdo vi, ao final do congresso, estava com a noiva!! Aaaaaaffffff! Mas também sem problemas: mesmo não estando muito animada com outros caras, acabei conhecendo um outro bem bonito… e rolou uns encontros casuais! O carinha até me procurou depois, ligou, mandou e-mails… mas despistei! Muito novo e eu já casada! Hahahahahaha. Em 2004 reencontrei esse HM novamente, esse dos congressos… e teve uma mega festa da empresa dele… e depois de umas bebidas e algumas indiretas de ambas as partes, rolou um novo encontro… e já começou no corredor que levava aos banheiros. Uhuuuuuuuuu! Ele me pegou pelos cabelos, me puxou e me beijou muuuuito! E dali em diante foi só alegria: sorrisos, danças, mais bebida e sexo. Um ponto interessante desses nossos encontros é que como estamos sempre alcoolizados nossa performance na cama não é das melhores, hehehe… Nem eu e muito menos ele! Óbvio que devemos ser bem melhores fora desse contexto, mas nunca nos encontramos fora dele, entonces… vai esse mesmo. O que me encanta nessa história com ele é o processo de conquista, de reaproximação, de mostrar que se deseja o outro… e, claro, de consegui-lo ao final! Até porque esse cara é muito muito bonito… e nos congressos ficam muitas mulheres atrás dele. E conquista-lo passar a ser um ponto de honra para mim, para minha vaidade, auto-estima, etc etc etc. A-do-ro quando percebo que ele está na minha, louco pra estar comigo, me procurando com os olhos, olhando pro meu corpo com aquele sorriso malicioso. É fantástica essa sensação! Infinitamente melhor do que o sexo propriamente dito. É a caça que me atrai nele. Bom, voltando, nos vimos em 2006 também…rolou conversa, aproximação, rolou uma mega festa em Salvador (local do evento) com o Olodum, e lá estavamos nós dois na mesma festa, sem combinar nada previamente, e ele me olhando, me puxando pelo braço, me cercando… inclusive me ‘protegendo’ de outros caras que tentavam chegar em mim. Ele dizia: “ela está comigo!” – quando na verdade, nem estávamos juntos ainda… só conversando (de ouvido… e falando mil bobagens… ai…) e dançando juntos. Nessa festa, foi uma mega decepção… porque o cara bebeu tanto, mas tanto, tanto, tanto, tanto… que óbvio que não rolou nada!! Quando chegamos no hotel dele, com o carro lotado de amigos e amigas quetambém estavam no congresso, ele precisava de ajuda e foi deprimente… Nem gosto de lembrar!! Para mim e para ele… todos nós ficamos com vergonha, uns pelos outros!! E minhas amigas por mim, claro!! Porque ficamos naquele ‘tempero’ todo na festa e nada!! Tudo termina broxante…. literalmente!! O cara não parava em pé!! Avião, que situação!! Trash!! Enfim, em 2008, nos revimos novamente… tenho as coisas mais frescas na cabeça sobre esse ano. Minhas amigas chegaram antes de mim no congresso, algumas horinhas antes, mas foram direto pra lá e eu fiquei no hotel quando cheguei. Quando elas retornam uma delas já me conta que encontrou com ele e a primeira pergunta que ele faz é se ela está sozinha. Ela, rapidinho, diz que não… que estava comigo e com nossa outra colega. Mas eu soube que ele não ficaria no congresso nos próximos 2 dias, e que voltaria apenas na 4a. feira. Bom, até chegar a 4a. feira eu só pensava nele… e claro que tudo foi gostoso, que saímos um monte, mas eu queria muito revê-lo! Na 4a. feira preparei uma roupa bem bonita, mais sensual, mas tudo muito sutil. E foi enquanto almoçávamos que eu o revi… e meu estômago deu aquela gelada!! Fingi que não o vi e assim foi quase que o resto da tarde daquele dia. Mas, enquanto eu falava com uma amiga de outra cidade que há muito eu não via, ele pediu licença, disse que ainda não tinha me cumprimentado e foi logo me beijando, cumprimentando, conversando… e disse que estava saindo para uma reunião rápida. Eu percebi como ele me olhou, como olhou pro meu corpo. Eu já tinha percebido ele sondando, olhando de longe, e trocamos olhares várias vezes. Delícia. Eleu saiu, então, para sua reunião e eu continuei ali com minha amiga. No final da tarde nos reencontramos no saguão da feira de produtos, com todas as pessoas juntas, andando de lá pra cá, aquela loucura. E por várias vezes a gente ficou se olhando, se paquerando, ‘se sorrindo’… e eu me dei conta de que ele realmente me queria. Estava querendo uma aproximação e uma oportunidade de conversarmos a sós e – claro! – sexo!! hehehehe… Porque, cá entre nós, uma coisa é certa: o que ele quer mesmo é uma noitada e boas. Nada de promessinhas, nada de vínculos, nada de nada. Coisa pontual e boas. Então, nesse dia, a coisa ficou meio nebulosa, não tivemos a oportunidade de conversa e de algum convite… Mas foi uma delícia pegá-lo me olhando, me procurando :) O dia seguinte foi um dia típico de congresso: trabalho, palestras e ainda relatoria de uma mesa. Passei quase que o dia todo ocupadésima e não vi o HM. No final da tarde havia um happy hour prometido, oferecido pela empresa dele. Assim que saí de uma das salas, encontrei-o organizando coisas e pessoas, rodeado de mulheres, e passei batido e eu só disse um *oizinho*. Mas ele me parou, deu beijos e perguntou onde é que eu estava, se fazendo compras… me poupe!! Respondi com alguma brincadeira, ele perguntou então se eu ficaria para o happy, eu disse que sim, então ele disse que a gente se encontraria por ali. Eu continuei meu caminho, procurando minhas amigas, eu tava super feliz pelo contato, mas não queria que minha empolgação crescesse demais… porque a frustração seria também grande se nada ocorresse ao final. Então, melhor sem planos e expectativas! Encontrei com minhas colegas e ficamos sentadas conversando num quiosque, só vendo a arrumação toda para o happy. Num certo momento ele se aproximou da mesa, conversou com todas e todos (ali já tinha um outro colega, de outra empresa), e veio ficar do meu lado, de pé. Nessa oportunidade ele conversa baixinho, de pé de ouvido, e comenta sobre eu estar mais magra e mais bonita. Falamos meia dúzia de palavras sobre isso.  E rápido no meu ouvido ele continua: ” a gente se vê hoje no final da noite?” – e eu, mais do que depressa e com toda objetividade respondo: “sim”. E ele, em tom de brincadeira, responde: “assim que eu gosto”. Eu ri, nós rimos. Ele comentou então que iria terminar de resolver as coisas do happy e que a gente ia se falando. Quando ele saiu imagino que as pessoas que estavam ao meu redor e na mesa perceberam alguma coisa. Mas dane-se, pensei. Foi simplesmente algo que ‘parecia’ ser uma intimidade extra, mas não dava para provar nada! E minhas colegas sabem do meu histórico com ele. Bom, a festa foi rolando… dancei, bebi, ri, me diverti. E sempre eu e HM nos cruzávamos, falávamos um no ouvido do outro, riamos e tal. Num desses encontros, ele pegando bebida e eu também, perguntei se ele ia beber todas de novo, claro que me referindo ao último congresso, quando ele bebeu todas na festa de Salvador e acabou em nada!! Ele riu e disse que não, que não ia beber todas, porque queria me ter toda!! aaaaaaaaaaaaaaffffffffffffff!! Exatamente isso e com essas palavras, e com algumas pessoas em nossa volta. Adorei aquilo, adorei ouvir tudo aquilo no meu ouvido e com aquele sotaque lindo que ele tem! Especialmente porque enquanto ele me falava, enlaçava o braço na minha cintura e me apertava… uma super bandeira diante de todos. Mas nem sei quem estava ali observando tudo… Enfim, dane-se, eu queria mesmo é que as pessoas vissem que ele me queria, que era meu, ao menos naquele momento! Passado isso, fui dançar… dançei sozinha com as amigas e em par com alguns amigos… Foi quando ele me disse, de novo no ouvido, que eu estava bem, dançando bem… e daí eu disse que queria dançar com ele. Embora ele tenha resistido, dito que não sabia dançar, fomos dançar um desses forrózinhos bem tranquilos… e fomos andando e dançando para o fim da pista de dança. Quando chegamos ao final da pista, nos apertamos mais, as mãos e os corpos, e ele disse então que sempre pensava em mim. Especialmente às vésperas desse congresso, sempre imaginava se ia me encontrar, se íamos nos encontrar. E que quando chegava os dias mesmo do evento, ficava a minha procura, olhando e sondando o local para ver se me encontrava, querendo saber de mim!! Foi de-li-ci-o-so saber disso!! Fiquei toda cheia de mim, quase explodindooooo… que sensação mágica!! Aliás, essa é a palavra mais correta: mágica!! Tudo ali parecia com conto de fadas… aquele homem lindo… aquela conquista… aquela declaração. Não sei até que ponto é verdade, e nem estou disposta a entrar nessa análise. O que importou – e ainda importa para mim – é o nosso momento juntos, a conquista e a entrega. Sensacional isso!! Terminando a hora da dança, ele ainda comentou porque é que eu sumia depois dos eventos… ahahaha!! Daí eu tive de lembrá-lo de que eu já tinha ido até a cidade dele vê-lo, procurá-lo, mas que não fui bem recebida… e entendi o recado ;) Ele disse que não era nada daquilo… que aquele não tinha sido o melhor momento e o lugar apropriado. Bom, para não estender esse assunto agora, devo dizer que continuamos a dançar, apertados, sentindo o corpo dele, as mãos super apertadas. Quando terminamos, a festa continou rolando… e foi assim entre encontros e desencontros da festa. Ao final da festa, eu e minhas colegas disfarçávamos, mas não íamos embora… e ele voltando dizendo: “já já nós vamos embora, mais um pouco”… etc e tal. Quando todos foram embora, ficamos eu, minhas amigas, ele, a equipe dele e um outro amigo de outra empresa. Resolvemos tomar a saideira no hall do hotel que estávamos… e ali bebemos mais e entramos numa mega conversa, sobre tudo e todos. E enquanto falávamos e bebíamos, ele sentado na poltrona ao lado da minha, pediu meu pé (argumentando que era pra eu descansar! ave… que bandeiraça!!) e ficou massageando-o, alisando-o… e notem: todos os demais olhando!!!!!!!! HAHAHA. Eu gostei daquilo. Estava completamente ciente de que estávamos assumindo algo, que tínhamos uma intimidade maior, que algo rolava entre nós ou rolaria… mas naquela altura do campeonato eu não estava preocupada! Falamos de vários assuntos e me lembro que falamos de casamento, ele colocou os pontos dele, porque não se casava… E em algum momento, quando eu citei o meu marido, ele não gostou, fez uma menção clara e óbvia para todos dali. Novamente eu gostei daquilo e também sabia que era mais um ponto para retirar as dúvidas sobre nós dois perante os demais colegas que ali estavam… ave! :) Terminada a última bebida, quando todos decidimos por ir embora, obviamente eu e ele fomos em um táxi separado. E dali em diante, meus amigos, foi um beijaço só dentro do carro, que mal lembramos de falar ao motorista o nosso destino, que foi o hotel dele!! Chegamos lá, os beijos continuaram… continuaram… ele sugeriu um banho e fomos para o chuveiro… e depois, muito sexo e muito beijo! Ele tem um jeito peculiar de fazer amor: é mais selvagem! ô que delícia. As vezes isso é ótimo: aquele cara que te pega pelos cabelos! Te beija com força, te abraça como se te amarrasse!! E na hora do ‘rala’ mesmo, é um rala mesmo! hehehe… Muito gostoso, muito louco, cheio de desejo, daquela vontade louca de entrar no outro, de fundir, e mais: de se acabar de fazer sexo. Sabe daqueles para ficar super cansado? exausto? Com tuuuuudo doendo?? Hahahaha… então, é desse tipo que foi, que sempre foi e certamente sempre será. Termino dizendo que dormimos, e na hora dele acordar pra pegar o vôo de volta, aproveitei para sair também… Nos despedimos, trocamos algumas palavras boas, de carinho, de cuidado um com o outro, ele pediu que eu mandasse notícias (o que eu nunca fiz!), nos despedimos com beijo no rosto e cada um foi para o seu táxi. Bom e estranho ao mesmo tempo. Que coisa!! Enfim, quando retorno desses congressos vem um vazio tremendo. Fico me sentindo um peixe fora d’água quando retorno para minha casa e família. Parece que não era a vida que eu queria… queria continuar naquele sonho, de saídas e companhias das amigas sempre… resquícios adolescentes!! Um bom psicanalista responderia isso. O que me deixa mais tranquila é que minhas amigas também tem essa sensação… e mais, sei que dali uns dias estou novamente adaptada à vida real, à vida como ela é, e a única e verdadeira que eu tenho. Dentro de alguns dias estarei novamente nesse congresso…. oba!!…. e sei que encontrarei com ele, e teremos o mesmo ‘choque’ de quando nos encontramos… e tomara que haja oportunidades de encontros completos e cheios de sabor e aventura!! Eu queroooooooo!! Vai dar certo… vai dar certo… vai dar certo… focando… focando… focando… mentalizando… mentalizando… mentalizando… rs!! Coisas da minha vida e da minha alma, sempre louca por novidades.

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